O uso de memes na educação ambiental para o ecossistema manguezal

Autores

Palavras-chave:

Comunicação, Mangue, Meio Ambiente, Informação, Tecnologias digitais

Resumo

Os usos e práticas das tecnologias digitais de informação e comunicação provocam mudanças comportamentais na sociedade e podem influenciar diretamente os processos de aprendizagem no contexto escolar. Considerando a perspectiva da sua utilização como ferramenta de ensino eficaz, o presente trabalho utilizou memes para o fomento de uma práxis pedagógica para promoção da conservação ambiental. Os alunos foram instigados a elaborarem memes, fazendo referência aos manguezais, um ecossistema predominante na fisiografia litorânea e impactado por ações antrópicas. Assim, a linguagem mimética foi utilizada como uma maneira de estimular discussões e reflexões sobre a temática trabalhada e como instrumento de avaliação da aprendizagem da disciplina de ciências. O material produzido foi apresentado em sala e divulgado em redes sociais e aplicativos de mensagens. Os resultados obtidos pelo presente estudo indicam que as novas tecnologias digitais da informação e comunicação podem e devem ser levadas para a sala de aula, uma vez que estão presente na vida de discentes e docentes. Acreditamos que a utilização dos memes na educação ambiental mostra a relevância destes, já que o êxito das práticas está diretamente relacionado a um envolvimento de um maior número de sujeitos nos mais diferentes espaços. Isso se torna mais urgente quando tratamos da educação ambiental para o ecossistema manguezal, o qual, muitas vezes, tem perecido e sido negligenciado.

Biografia do Autor

Rafaela Camargo Maia, Instituto Federal do Ceará

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2003), Mestrado em Ecologia e Conservação pela mesma Universidade (2006), Doutorado em Biologia Marinha pela Universidade Federal Fluminense (2010) e Pós-doutorado no Laboratório de Adaptações de Animais Marinhos (ADAM) na Universidade de Vigo, Espanha. É Professora Efetiva, em cursos técnicos, de graduação e pós-graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). É líder do Grupo de pesquisa em Ecologia e Conservação de Manguezais e Coordena o Laboratório ECOMANGUE. Professora do PPG em Tecnologia e Gestão Ambiental do IFCE, campus Fortaleza e do curso de Pós-graduação (especialização) em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional do IFCE campus Acaraú.

Rita Maria Vasconcelos Louzada Albuquerque , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Instituição Federal - IFCE Campus Acaraú (2016). Especialista em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional - IFCE Campus Acaraú (2020). Professora de ciências na educação básica do ensino fundamental 2 do Centro de Educação Básica Maria Pereira Brandão no município de Cruz, Ceará (2017-2018). Secretária da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola - COM-VIDA. Educadora sustentável do município de Cruz, Ceará. Bolsista voluntária grupo de pesquisa em Ecomangue (2013-2014). Bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - Pibid/IFCE Campus Acaraú (2014-2016). Bolsista voluntária do Programa Institucional de bolsista voluntário do IFCE Campus Acaraú.

Amauricia Lopes Rocha Brandão, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

Professora efetiva da área de Turismo, Hospitalidade e Lazer do Instituto Federal do Ceará (IFCE) - Campus Acaraú. Coordenadora do Curso Técnico Subsequente de Eventos. Mestre em Gestão de Negócios Turísticos pela UECE. Especialista em Turismo e Meio Ambiente (UECE). Graduada em Comunicação Social - habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada do Ceará (2008) e graduação em Gestão de Empreendimentos Turísticos (CEFET). Publicações e projetos de extensão e pesquisa em turismo, cultura, comunicação, eventos e educomunicação.

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Publicado

2022-01-02

Edição

Seção

Artigos